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Cá com meus botões “olha só um pop cabeça, raro hoje em dia” anotei algumas palavras soltas e o google me disse quem era o cara… Jay Vaquer fiquei sabendo que ele era filho de gente famosa mas não dei muita bola pra isso. Comprei o CD e não me arrependi. Final do ano passado ele lançou seu quarto disco “Formidável Mundo Cão”.
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Um cronista do nosso tempo. Mas o rapaz não é só isso… como ele disse em uma entrevista no Sem Censura, da TV Brasil, ele tem um lado todo intimista também… Bom, coloco aqui as “crônicas” e a entrevista… o resto é por sua conta. E fique tranquilo, o mundo não é tão cão assim!
Henderson Moret
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Estrela de um Céu Nublado
Formidável Mundo Cão
Breve Conto de um Velho Babão
Cotidiando de um Casal Feliz
Longe aqui
Jay Vaquer no “Sem Censura” 19/10/07_ Parte 1/3

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Do primeiro trabalho No Braseiro
Ah se eu vou
No Braseiro com participação especial de Pedro Luiz e a Parede
Do segundo trabalho Que belo estranho dia pra se ter alegria
Fogo e Gazolina com participação especial de Lenine
Samba de Amor e Ódio
Uma música que não esta em nenhum dos dois discos
Dia Branco ,Composição: Geraldo Azevedo/ Renato Rocha
Vídeos
Ah se eu vou
Casa pré fabricada Composição Marcelo Camelo
Dispensa comentários, mas não homenagens e novos intérpretes do seu trabalho.
Aqui Marina Aydar com “Beleza Pura”
Aqui Chicas com “O Quereres”
Ouça aqui também uma versão bem louca desta musica por Maria João
Aqui Sampa, cantado por ele mesmo, com fotos históricas

RONALDO EVANGELISTA
….Com raízes nas tradições, mas visão moderna, desprovida de anacronismos, tivemos, só nos últimos dois anos, Céu, Roberta Sá e até, um pouco antes, Vanessa da Mata. Agora, prepare-se para Mariana Aydar.
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Aos 26 anos, dona de voz forte e interpretação madura, Aydar acaba de lançar seu álbum de estréia, “Kavita 1″, recheado de arranjos inteligentes, repertório esperto e produção exata. Com cancha de palco de sobra e muitos amigos nos lugares certos, ela tem currículo de impressionar. Filha do músico Mário Manga (das bandas Premê e Música Ligeira) e da famosa produtora Bia Aydar, a cantora paulista já esteve no mesmo palco de gente como Seu Jorge, Elba Ramalho, João Donato, Daniela Mercury e conquistou pequeno culto à frente da banda de forró jovem Caruá.
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Há alguns anos, largou tudo para ficar um pouco sozinha e se encontrar. “Eu já tinha sido procurada por uma grande gravadora, mas não queria fazer uma coisa que não viesse de mim e não sabia ainda o que queria fazer”, conta. “Eu resolvi morar fora, fui passar um tempo em Paris, conheci música do mundo todo e vi que o que eu gostava era de cantar música brasileira, forró, samba. Aí aquilo começou a me empurrar de volta. Pra assumir uma identidade, você tem que amadurecer. Seu som nada mais é do que o que você é na vida.”
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A produção do disco, por conta do descolado BiD e do multiinstrumentista Duani (do conjunto Forroçacana), encontrou Aydar no lugar certo, e o resultado foi a ausência de exageros. Partindo de João Nogueira e Leci Brandão e chegando a João Donato (que participa com piano elétrico, órgão e solo de trombone), Elis Regina e Rodrigo Amarante (Los Hermanos), o disco é exemplar em sua unidade dentro de seleção tão variada.
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“Eu sempre gostei de trabalho de pesquisa, de procurar coisas”, ela explica. “Repertório é uma coisa que sempre me pegou muito, e me juntei ao BiD, pra quem isso também é um ponto importante. Só que eu queria mesclar compositores novos com antigos e botar tudo na mesma panela, ver que é tudo música brasileira.”
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A atual geração da música brasileira é, aliás, preocupação especial para a cantora. Citando elogiosamente muitos nomes (Mombojó, Giana Viscardi, Max de Castro, Céu, Los Hermanos), ela avalia com sabedoria: “É difícil dizer porque ainda tem muita coisa a acontecer, mas me sinto realmente parte de uma geração que está vindo para ficar. Acho que é uma coisa de época, que está acontecendo agora. Vejo muita gente da nossa idade que está vivenciando a música brasileira de novo, mas reinventando tudo à nossa maneira. Não dá pra não ver essa movimentação..”
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Movimentação que inclui ela própria, e que parece se fortalecer cada vez mais. Com lançamentos como esse “Kavita 1″ e cantoras carismáticas como Mariana, a música brasileira encontra fôlego para continuar inovando e mantendo sua qualidade. Prepare-se para lembrar desse momento daqui a 30 anos.
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Confira…
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Maior é Deusde Eduardo Gudin e Paulo César Pinheiro
Eh, maior é Deus
Pequeno sou eu
O que eu tenho foi Deus quem me deu
O que eu dou é o que eu tenho
Foi Deus quem me deu
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Zé do Caroço…de Leci Brandão
E na hora que a televisão brasileira
Distrái toda gente com a sua novela
É que o Zé põe a boca no mundo
Ele faz um discurso profundo
Ele quer ver o bem da favela
Deixa o Verão de Rodrigo Amarante (Los Hermanos)
Enquanto eu fujo você inventou
qualquer desculpa pra gente ficar
E assim a gente nao sai
que esse sofá ta bom demais!
Deixa o verão pra mais tarde…

A banda é composta atualmente por 5 membros, são eles: Jon Foreman (Vocal, Guitarra), seu irmão Tim Foreman (Baixo, Back Vocal), Chad Butler (Bateria), Jerome Fontamillas (Guitarra, Teclado, Back Vocal) e Drew Shirley (Guitarra).
O quintento ganhou mais reconhecimento após o filme “Um Amor Pra Recordar” (A Walk To Remember) que teve 4 canções do SF incluídas em seu Soundtrack, além de aparições em seriados, como Smallville, com a canção “Dare You To Move”.
De acordo com Jon Foreman, Switchfoot é um termo do surf: “Nós amamos surf e surfamos toda nossa vida, então esse nome faz sentido.”
Em 1997 foi lançado o primeiro álbum “The Legend of Chin”, muito elogiado pela crítica. Em 99 veio New Way To Be Human e logo após em 2000 Learning to Breath. Após o enorme sucesso desses álbuns eles acabaram participando da trilha de “Um Amor Pra Recordar”, fora suas músicas em diversos seriados como Smallville, Dawson’s Creek, etc.
Quer saber mais?? Texto retirado deste blog
Meant to Live
Dare
We are One
Em tempos de Homem Aranha…
Learn to Breath

What if, Questiona nosso conhecimento a respeito da pessoa de Jesus Cristo.
River God, Uma linda analogia com aquelas pedras redondas no fundo de um rio.
Grace, Uma nova versão da musica do U2 que tenta divagar sobre o que é Graça e o que é Carma.

Já ouviu falar em eletrotango? Provavelmente sim. Esse ritmo já estourou, primeiro com o Gotan Project com o CD “La Revancha del Tango”, que lançaram seu primeiro álbum em 2001, e ai tudo desandou, passou então a existir um novo estilo de música, o “eletrotango”.
Junto com o Gotan Project surgiu um projeto conhecido como Bajofondo Tango Club, que músicos, da Argentina, Uruguai, França e Estados Unidos produziram uma série de músicas e releituras de tangos e milongas clássicas de Carlos Gardel, Astor Piazzolla, Anibal Troilo e muitos outros. O resultado um som único e maravilhoso. Esse projeto deu tão certo que rendeu um Grammy Latino.
O disco leva esse nome graças a Luciano Supervielle, que criou quase todos os novos arranjos dessa nova reunião do grupo. A fórmula é praticamente a mesma, tornar tangos em tangos eletrônicos, mas com muitas batidas discretas violinos, acordeons, e vozes dos pais do tango.
Fonte : Eupodo
Veja alguns vídeos
Luciano Supervielle – Pulso (1000 mares) Não deixe de ver este clip, muito bem feito
Perfume Bajofondo Cineytv
Subte Buenos Aires Argentina – Bajofondo Tango Club by JML

Quando soube que um novo disco do Pato Fu estava a caminho, temi. Nos últimos cinco anos a música virou sinônimo de profunda decepção para meus ouvidos. Cairia a última esperança? John e Takai sucumbiriam também a esta época negra, sem inimigos claros, só de bom mocismo inútil, de Jota Quest e Detonautas?
…Céus, não aconteceu! O Pato Fu não seguiu esta linha. A despeito do pânico causado pela primeira faixa, uma balada pop inofensiva, Toda Cura Para Todo Mal mostra, ao contrário, um Pato Fu mais próximo do início de carreira, gritando e balbuciando sem vergonha ou reticências, criando verdadeiras pérolas desregradas, anárquicas e, sobretudo, alegres – se bem que haja grandes momentos melancólicos. Ideologicamente, os temas recorrentes estão evoluídos: ateísmo, fascinação, covardia, dependência afetiva e, com louvor, a defesa da simplicidade.
Lauro Nascimento
O que é isto?
Simplicidade
Tudo

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Bobby é um dos vocalistas mais originais da música contemporânea. Adepto do jazz, do pop e da música clássica, ele trabalha como ninguém com variações vocais
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Veja alguns trabalhos dele
Opportunity
Thinkin’ About Your Body
Tico Tico no Fubá
Hush little baby (uma canção de ninar deliciosa)
Ave Maria de Bach(com o público)
nossos vizinhos hispanos, como também abriu nossos ouvidos. Num dia, ele mostrava suas canções para uma platéia de cem amigos num teatrinho carioca. No outro, recebia um Oscar fazendo protesto doce — mas bem político — via satélite. Pop ele sabe ser, como atesta El Otro Engranaje. Criar atmosferas, também é com o uruguaio. O que já se disse:
“Resistindo à correria de nosso tempo, Drexler valoriza o silêncio nas canções.” (Luciano Marsiglia na revista Bizz, novembro/06)
Confira 3 músicas lindas e uma entrevista logo abaixo
Al otro Lado del Rio (uma versão remix, trilha sonora do “Diários de Motocicleta”)
Milonga del moro judío (Não dei permissão para matar em meu nome)
Mi guitarra y Vos (Que viva a ciência e a poesia!!!)
Jorge Drexler
27.07.2006
Ganhador do Oscar de melhor canção por Al Otro Lado del Río, do filme Diários de Motocicleta, o cantor, compositor e violonista uruguaio exibe as baladas deliciosamente pop do disco Eco, a exemplo de Milonga Del Moro Judío e Deseo. Seu tema mais famoso, claro, não vai ficar de fora
Por Ricardo Moreno
Veja São Paulo — Você formou-se em medicina e chegou a exercer a profissão. Como ocorreu a transição para a música?
Jorge Drexler — Eu costumava tocar em bares e teatros de Montevidéu, no Uruguai. Meus dois primeiros discos, inclusive, foram bancados com o dinheiro que eu ganhava como médico. Certo dia, o cantor espanhol Joaquín Sabina me viu no palco e disse: “você não é médico, você é músico.” E me convidou para excursionar pela Europa. Não parei mais.
Veja São Paulo — Quantas vezes vocês já se apresentou em São Paulo?
Jorge Drexler — Esta é quarta vez. Antes, havia tocado no Sesc Vila Mariana, no aniversário do Washington Olivetto e junto com o Paulinho Moska numa universidade.
Veja São Paulo — Você é muito amigo do Moska. Qual a importância que ele teve na sua carreira?
Jorge Drexler — Foi o Moska quem consolidou a minha relação com o Brasil e com a música brasileira. Anos atrás, recebi um e-mail dele dizendo que tinha ouvido meu disco e queria gravar alguns temas. Me convidou para ir ao Rio de Janeiro. Lá, conheci figuras maravilhosas como Fernanda Abreu, Lenine, Celso Fonseca, Adriana Calcanhotto, Beto Villares e o percussionista Marcos Suzano, que participa do meu último trabalho, Eco.
Veja São Paulo — Apesar de vocês morar na Espanha há dez anos, continua gravando seus discos no Uruguai. Por quê?
Jorge Drexler — Tem muito a ver com o meu crescimento e minha identidade musical, e com a conexão que tenho com Montevidéu, afinal passei grande parte da minha vida lá. Além disso, é muito mais barato (risos).
Veja São Paulo — Sua vida mudou muito depois que ganhou o Oscar?
Jorge Drexler — Mudou, sobretudo no trabalho. Vendo mais discos, faço mais shows (média de quinze por mês) e, consequentemente, o reconhecimento artístico é maior. O lado ruim é que tenho ficado pouco em casa e não encontro mais tempo para escrever novas canções.
Veja São Paulo — No show do Tom Brasil você será acompanhado apenas de um guitarrista e programador. Trata-se de economia ou conceito artístico?
Jorge Drexler — Os dois. Eu poderia ter levado uma banda grande, mas meu projeto atual é centrar os espetáculos apenas na guitarra e na voz. Além disso, gosto de fazer a relação da voz com vós, pronome pessoal muito usado na língua espanhola. Soa algo como “a guitarra e vocês”.
Veja São Paulo — É verdade que na sua juventude você participava de concursos de contos e poesias?
Jorge Drexler — Escrevi um único conto na vida, chamado O Ataque, e venci um concurso cujo jurado era Eduardo Galeano (escritor uruguaio, autor do fundamental estudo As Veias Abertas da América Latina). Tratava-se de uma história com forte influência kafkaniana, na qual o protagonista perdia a influência da gravidade e começa a flutuar.

“já existe em mim
eu estou aqui, num dos muitos dias felizes da minha vida,com os olhos bem úmidos e o corpo num estado de arrepio,
é emoção…
ai…
hoje segurei o meu primeiro cd da Maria João com o Mário Laginha,o Cor, o primeiro que absorvi da internet.Ainda nem tive a curiosidade de por o cd pra tocar, ele já existe em mim, ele toca em mim, ele também é carina. Nossa! que dia feliz! Agradecida à mocinha que trouxe ele de Portugal!”
e parafraseando Carina… Agradecido a mocinha que trouxe eles do Rio de Janeiro…Confira!
Nhlonge Yamina (COR)
Forró da Rosinha (CHORINHO FELIZ)
Flor (CHORINHO FELIZ)

Texto tirado da revista BIZZ
Ecletismo de seu álbum de estréia, que transita entre o samba, o jazz e a música pop internacional, fisgou a crítica especializada.
Céu foi revelada em discos de outros artistas — participou de gravações de Instituto e Nereu Gargalo, entre muitas. Finalmente, a jovem de 25 anos tem um trabalho próprio para defender. E ele está repleto de canções de sua autoria. Preste atenção em sua interpretação de Concrete Jungle. Céu transforma o reggae de Bob Marley em uma bossa nova modernizada. A levada morosa combina com seu canto tipicamente cool. Os maneirismos e a afetação ela deixa para a concorrência.
O que já se disse:
“Céu, o disco, que foi lançado na França antes do Brasil, usa a voz calorosa, cirúrgica e levemente rouca da cantora para costurar um repertório quase todo autoral, que vai do jazz Véu da Noite até João Bosco (O Ronco da Cuíca), passando por uma delicada versão de Concrete Jungle, de Bob Marley. Tudo amarrado por um tom que une filigranas eletrônicas, percussão humana e muita melodia.” (Ricardo Alexandre na revista BIZZ)
Confira um video com pedaços da apresentação de Céu no programa ensaio da Cultura
Outras falas…
“CéU amplia o horizonte da nova e moderna MPB.”
Folha de São Paulo – 17/11/05
“CéU é a revelação da música brasileira de 2005.”
Jornal do Brasil – 10/01/06
“CéU foi um dos destaques de 2005. O ecletismo de seu álbum de estréia, que transita entre o samba, o jazz e a música pop internacional, fisgou a critica especializada.”
Revista Bravo! – Janeiro/06
“CéU se afirma como revelação trazendo originalidade ao terreno populoso das jovens cantoras brasileiras.”
O Globo – 09/01/06
“CéU é o futuro da MPB – Caetano Veloso”
Jornal do Brasil – 12/01/06
“CéU, cantora paulista, apontada como “promessa brasileira” na França, lança CD de estréia, cheia de ginga e elegância.”
Estado de São Paulo – 17/01/05
“CéU, uma nova estrela no firmamento.”
Estado de São Paulo – 11/07/05
“A cantora CéU, promessa de revelação da MPB.”
Folha de São Paulo – 8/02/06
“CéU, a nova voz do Brasil.”
Libération – 16/08/05 – França
“Leve como uma flor, a linda brasileira CéU realiza com seu primeiro CD uma impressionante rota sonora entre São Paulo, New York e Paris.”
Le Monde de la Musique – Novembro/05 – França
“CéU suinga tranquilamente com o romantismo e a poesia necessária. CéU é uma futura estrela.”
Figaroscope – 28/09/05 – França
“Com apenas 24 anos, CéU faz uma maravilhosa entrada no mundo musical. Com seu primeiro disco ela se põe no caminho da glória. O futuro da música sul-americana está assegurado.”
Pariscope – 12/10/05 – França
“CéU é uma das melhores promessas do Brasil. Ela consegue misturar a bossa nova clássica com o novo som de Hip-Hop. Imperdível!”
Le Point – 13/10/2005 – França
“Nova revelação da música e um dos best-sellers do verão, o nome CéU se propaga como o vento por toda a França.”
France Soir – 27/08/05 – França
“CéU, uma nova voz encantadora misturando samba, soul e eletrônico.”
Telerama – 10/08/05 – França
“CéU delimita suas referências musicais (soul, afrobeat, electro-jazz) com classe e uma voz de uma textura incrível.”
Vibrations – Setembro/05 – França
“CéU, com seus 24 anos de idade, ultrapassa todas as Bebel Gilberto do Brasil.”
La Presse – 18/02/06 – Canada
“CéU propõe um electro-jazz híbrido incorporando elementos de soul, afrobeat e samba. Uma excelente nova artista para estourar rapidamente.”
Journal de Montreal – Março/06 – Canada
“A cidade de Montreal se apaixonou por uma nova cantora de nome CéU. O seu primeiro CD é um miraculoso sucesso encantador.”
L’actualité – 24/03/06 – Canada
“Um disco que mistura estilos musicais para fazer uma bem sucedida fusão que conquista seu lugar na atual paisagem da música brasileira.”
Revue Archambault – Fevereiro/06 – Canada
“Uma primeira produção de grande refinamento. Um disco excepcional.”
Chronicas Radio Canada – 17/02/06 – Canada



