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A Macintosh entrou com o Vatapá ???
Veja que delícia de jogo de palavras
Rosebud
Lenine
Composição: Lenine / Lula Queiroga
Dolores, dólares…
O verbo saiu com os amigos
pra bater um papo na esquina,
A verba pagava as despesas,
porque ela era tudo o que ele tinha.
O verbo não soube explicar depois,
porque foi que a verba sumiu.
Nos braços de outras palavras
o verbo afagou sua mágoa, e dormiu.
O verbo gastou saliva,
de tanto falar pro nada.
A verba era fria e calada,
mas ele sabia, lhe dava valor.
O verbo tentou se matar em silêncio,
e depois quando a verba chegou,
era tarde demais
o cáderver jazia,
a verba caiu aos seus pés a chorar
lágrimas de hipocrisia.
dolores e dólares…
que dolor que me da los dólares
dólares, dólares
que dolor, que dolor que me da
Composição: Jorge Drexler
Nuestra primera intención,
Era hacerlo en colores:
Una acuarela que hablara
De nuestros amores.
Un colibri polícromo
Parado en el viento,
Una canción arcoiris
Durando en el tiempo.
El director de la banda
Silbando bajito
Pensaba azules y rojos
Para el valsecito.
Pero ustedes saben, señores,
Muy bien cómo es esto;
No nos falló la intención,
Pero sí el presupuesto…
En blanco y negro
Esta canción
Quedó en blanco y negro
Con el corazón,
En blanco y negro,
Nieve y carbón,
En blanco y negro,
En technicolor,
Pero en blanco y negro…
Fuimos quitando primero
De nuestra paleta
Una mirada turquesa
De marco violeta.
Luego el carmín de las flores
Encima del piano,
Una caída de sol
Cuando empieza el verano.
Todos los tipos de verde
De una enredadera…
Ya ni quedaban coloresa
Para las banderas.
Nuestrar intención ya no fué
Más que un viejo recuerdo
Y esta canción al final
Se quedó en blanco y negro.
En blanco y negro
Esta canción
Quedó en blanco y negro
Con el corazón,
En blanco y negro,
Nieve y carbón,
En blanco y negro,
En technicolor,
Pero en blanco y negro…
Para os Brasas de fora e os de dentro…
Brasucas espalhados pelo mundo… sentimos falta de vocês, precisamos de ajuda com a agua e o sabão
Preste atenção no jogo de palavras… Lembra “Construção de Chico Buarque”
Brasa Gabriel Pensador e Lenine
Construção Chico Buarque

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Do primeiro trabalho No Braseiro
Ah se eu vou
No Braseiro com participação especial de Pedro Luiz e a Parede
Do segundo trabalho Que belo estranho dia pra se ter alegria
Fogo e Gazolina com participação especial de Lenine
Samba de Amor e Ódio
Uma música que não esta em nenhum dos dois discos
Dia Branco ,Composição: Geraldo Azevedo/ Renato Rocha
Vídeos
Ah se eu vou
Casa pré fabricada Composição Marcelo Camelo
Dispensa comentários, mas não homenagens e novos intérpretes do seu trabalho.
Aqui Marina Aydar com “Beleza Pura”
Aqui Chicas com “O Quereres”
Ouça aqui também uma versão bem louca desta musica por Maria João
Aqui Sampa, cantado por ele mesmo, com fotos históricas
Composição: Lenine e Rogério Duarte
Ó meu senhor de poderosos braços
Todos os mundos e o seus semi-deuses
Vendo teus braços, teus rostos, teus olhos, teus ventres, tuas cochas, teus dentes terríveis
Se apavora…
Eu também…
Quando eu te vejo Vishnu onipresente…
Enchendo o céu com cores radiantes
O teu olhar flameja
E as bocas escancaradas
Fico amedrontado… amedrontado
Não consigo manter a mente firme
Perco todo meu discernimento
Perco todo meu discernimento
Meu discernimento
Deus dos deuses, protetor do mundo
Por favor, dá-me a tua urgencia
Não posso manter meu equilíbrio
Ao ver teu rostos tão resplandecentes
Como se fosse…
As visões da morte com seus dentes terríveis rangendo
Perdi completamente a direção
Perdi completamente a direção
Veja aqui uma ponte com esta música

RONALDO EVANGELISTA
….Com raízes nas tradições, mas visão moderna, desprovida de anacronismos, tivemos, só nos últimos dois anos, Céu, Roberta Sá e até, um pouco antes, Vanessa da Mata. Agora, prepare-se para Mariana Aydar.
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Aos 26 anos, dona de voz forte e interpretação madura, Aydar acaba de lançar seu álbum de estréia, “Kavita 1″, recheado de arranjos inteligentes, repertório esperto e produção exata. Com cancha de palco de sobra e muitos amigos nos lugares certos, ela tem currículo de impressionar. Filha do músico Mário Manga (das bandas Premê e Música Ligeira) e da famosa produtora Bia Aydar, a cantora paulista já esteve no mesmo palco de gente como Seu Jorge, Elba Ramalho, João Donato, Daniela Mercury e conquistou pequeno culto à frente da banda de forró jovem Caruá.
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Há alguns anos, largou tudo para ficar um pouco sozinha e se encontrar. “Eu já tinha sido procurada por uma grande gravadora, mas não queria fazer uma coisa que não viesse de mim e não sabia ainda o que queria fazer”, conta. “Eu resolvi morar fora, fui passar um tempo em Paris, conheci música do mundo todo e vi que o que eu gostava era de cantar música brasileira, forró, samba. Aí aquilo começou a me empurrar de volta. Pra assumir uma identidade, você tem que amadurecer. Seu som nada mais é do que o que você é na vida.”
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A produção do disco, por conta do descolado BiD e do multiinstrumentista Duani (do conjunto Forroçacana), encontrou Aydar no lugar certo, e o resultado foi a ausência de exageros. Partindo de João Nogueira e Leci Brandão e chegando a João Donato (que participa com piano elétrico, órgão e solo de trombone), Elis Regina e Rodrigo Amarante (Los Hermanos), o disco é exemplar em sua unidade dentro de seleção tão variada.
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“Eu sempre gostei de trabalho de pesquisa, de procurar coisas”, ela explica. “Repertório é uma coisa que sempre me pegou muito, e me juntei ao BiD, pra quem isso também é um ponto importante. Só que eu queria mesclar compositores novos com antigos e botar tudo na mesma panela, ver que é tudo música brasileira.”
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A atual geração da música brasileira é, aliás, preocupação especial para a cantora. Citando elogiosamente muitos nomes (Mombojó, Giana Viscardi, Max de Castro, Céu, Los Hermanos), ela avalia com sabedoria: “É difícil dizer porque ainda tem muita coisa a acontecer, mas me sinto realmente parte de uma geração que está vindo para ficar. Acho que é uma coisa de época, que está acontecendo agora. Vejo muita gente da nossa idade que está vivenciando a música brasileira de novo, mas reinventando tudo à nossa maneira. Não dá pra não ver essa movimentação..”
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Movimentação que inclui ela própria, e que parece se fortalecer cada vez mais. Com lançamentos como esse “Kavita 1″ e cantoras carismáticas como Mariana, a música brasileira encontra fôlego para continuar inovando e mantendo sua qualidade. Prepare-se para lembrar desse momento daqui a 30 anos.
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Confira…
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Maior é Deusde Eduardo Gudin e Paulo César Pinheiro
Eh, maior é Deus
Pequeno sou eu
O que eu tenho foi Deus quem me deu
O que eu dou é o que eu tenho
Foi Deus quem me deu
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Zé do Caroço…de Leci Brandão
E na hora que a televisão brasileira
Distrái toda gente com a sua novela
É que o Zé põe a boca no mundo
Ele faz um discurso profundo
Ele quer ver o bem da favela
Deixa o Verão de Rodrigo Amarante (Los Hermanos)
Enquanto eu fujo você inventou
qualquer desculpa pra gente ficar
E assim a gente nao sai
que esse sofá ta bom demais!
Deixa o verão pra mais tarde…
Nando Reis – Ect
Tava com um cara que carimba postais
Que por descuido abriu uma carta que voltou
Levou um susto que lhe abriu a boca
Esse recado veio pra mim, não pro senhor.
Recebo crack, colante, dinheiro parco embrulhado
Em papel carbono e barbante, até cabelo cortado
Retrato de 3 x 4 pra batizado distante
Mas isso aqui meu senhor, é uma carta de amor
4x
Levo o mundo e não vou lá
Mas esse cara tem a língua solta
A minha carta ele musicou
Tava em casa, a vitamina pronta
Ouvi no rádio a minha carta de amor
Dizendo “eu caso contente, papel passado, presente
Desembrulhado, vestido, eu volto logo me espera
Não brigue nunca comigo, eu quero ver nossos filhos
O professor me ensinou, fazer uma carta de amor”
4x
Leve o mundo que eu vou já
“Sonhando” de Ed Côrtes e Fábio Góes
Trilha sonora do filme “Não por acaso”
Só querer cuidar, te proteger,
Esquecer, lembrar, te amando.
Se esconder, brigar sem perceber
Depois, chorar, te amando.
Nosso sol às 3 da manhã
Pro dia deitar sonhando.
Só querer cuidar, te proteger,
Esquecer, lembrar, te amando.
Nosso sol às 3 da manhã
Pro dia passar sonhando, sonhando, sonhando…
Laços – Toranja
Trilha sonora do filme “Não por acaso”
Andamos em voltas rectas
Na mesma esfera,
Onde ao menos nos vemos
Porque o fumo passou.
A chuva no chão revela,
Os olhos por trás.
Há que levar o que restou
E o que o tempo queimou.
Tens fios de mais
a prender-te as cordas,
Mas podes vir amanha,
Acreditar no mesmo Deus
Tens riscos demais,
A estragar-te o quadro.
Se queres vir amanha,
Acreditar no mesmo Deus
Devolve-me os laços, meu amor!
Devolve-me os laços, meu amor!
Devolve-me os laços, meu amor!
Devolve-me os laços..
Andamos em voltas rectas
Na mesma esfera
Mas podes vir amanhã
Se queres vir amanhã
Podes vir amanhã
Tens riscos de mais
A estragar-me a pedra
Mas se vieres sem corpo
À procura de luz
Devolve-me os laços, meu amor!
Devolve-me os laços, meu amor!
Devolve-me os laços, meu amor!
Meu amor
Meu amor…
Só Deixo Meu Coração Na Mão de Quem Pode
Katia B
Trilha sonora do filme “Não por acaso”
Só deixo meu coração na mão de quem pode
Fazer da minha alma suporte para uma vida insinuante
Insinuante anti tudo que não possa ser
Bossa Nova Hard Core
Bossa Nova Nota Dez
Quero dizer, eu to pra tudo nesse mundo
Então, só vou deixar meu coração, a alma do meu corpo, na mão de quem pode
Na mão de quem pode e absorve
Tanto no céu que no inferno
Inspiração de Mutação
Da vagabunda intensão
De se jogar na dança absoluta da matança do que é tédio, conformismo, aceitação
E eu fico aqui vou te levando nessa dança
Sobre o mundo
Pode tudo do amor
Pode tudo do amor
Porque eu não quero teu ciúme que é o cúmulo
Ciúme é o acúmulo de dúvida, incerteza de si mesmo, projetado
Assim jogado como lama anti-erótica na cara do desejo mais intenso de ficar com a pessoa
Eu não to a toa
Eu sou muito boa
Eu sou muito boa pra vida
Eu sou a vida oferecida como dança
E eu não quero “te dar gelo”
Diabos que o carregue
Vê se aprende, se desprende
Vem pra mim que sou a esfinge do amor
Te sussurrando
Decifra-me, decifra-me
Refrão
Só deixo minha alma, só deixo o coração
Só deixo minha alma na mão de quem pode
– voz masculina –
vê se aprende, se desprende
——————-
Só deixo minha alma, só deixo meu coração
Na mão de quem ama solto!
A volta do malandro
Monica Salmaso
Composição: chico buarque
Eis o malandro na praça outra vez
Caminhando na ponta dos pés
Como quem pisa nos corações
Que rolaram dos cabarés
Entre deusas e bofetões
Entre dados e coronéis
Entre parangolés e patrões
O malandro anda assim de viés
Deixa balançar a maré
E a poeira assentar no chão
Deixa a praça virar um salão
Que o malandro é o barão da ralé
Baú
Vanessa Da Mata
Composição: Vanessa da Mata
Sabe de uma coisa Seu
Vou lhe jogar no meu baú
Vivo e mágico
Com as coisas boas que tem lá
Os meus desenhos herméticos
As palavras de Da Lai Lama
Quem sabe você adora
Quem sabe se transformará
Meu bauzinho de memória
Os meus livrinhos de receita
Quem sabe se sensibiliza
Quem sabe se transformará
Vamos seguindo acordando cedo
Você só reclama não age
Você fica dormindo à tarde
E tudo vai dando nos nervos
Vamos seguindo acordando cedo
Você só reclama não age
Você fica dormindo à tarde
E tudo vai dando nos nervos
Não corre atrás das suas coisas
Vive aqui choramingando
Todos já foram embora
Você só sabe reclamar
A voz doce de João
Amansará sua revolta
A comida de Dona Vantina
Quem sabe se transformará
Rancoroso com raiva de tudo
Do fulano com seu carro novo
Não vê que ele trabalhou muito
Você pode se esforçar
Pois vamos seguindo acordando cedo
Você só reclama não age
Você fica dormindo à tarde
E tudo vai dando nos nervos
Vamos seguindo acordando cedo
Você só reclama não age
Você fica dormindo à tarde
E tudo vai dando nos nervos

Quando soube que um novo disco do Pato Fu estava a caminho, temi. Nos últimos cinco anos a música virou sinônimo de profunda decepção para meus ouvidos. Cairia a última esperança? John e Takai sucumbiriam também a esta época negra, sem inimigos claros, só de bom mocismo inútil, de Jota Quest e Detonautas?
…Céus, não aconteceu! O Pato Fu não seguiu esta linha. A despeito do pânico causado pela primeira faixa, uma balada pop inofensiva, Toda Cura Para Todo Mal mostra, ao contrário, um Pato Fu mais próximo do início de carreira, gritando e balbuciando sem vergonha ou reticências, criando verdadeiras pérolas desregradas, anárquicas e, sobretudo, alegres – se bem que haja grandes momentos melancólicos. Ideologicamente, os temas recorrentes estão evoluídos: ateísmo, fascinação, covardia, dependência afetiva e, com louvor, a defesa da simplicidade.
Lauro Nascimento
O que é isto?
Simplicidade
Tudo
Canto Em Qualquer Canto
Monica Salmaso
Composição: Ná Ozzetti / Itamar Assunção
Vim cantar sobre essa terra
Antes de mais nada, aviso
Trago facão, paixão crua
E bons rocks no arquivo
Tem gente que pira e berra
Eu já canto, pio e silvo
Se fosse minha essa rua
O pé de ypê tava vivo
Pro topo daquela serra
Vamos nós dois, vídeo e livros
Vou ficar na minha e sua
Isso é mais que bom motivo
Gorjearei pela terra
Para dar e ter alívio
Gorjeando eu fico nua
Entre o choro e o riso
Pintassilga, pomba, melroa
Águia lá do paraíso
Passarim, mundo da lua
Quando não trino, não sirvo
Caso a bela com a fera
Canto porque é preciso
Porque esta vida é árdua
Pra não perder o juízo
Sete facadas
oxente vou-lhe contar e pronto
bem que eu não queria,
ou talvez inté quisesse,
uma coisinha me soprando nos ouvidos
prá eu não falar muito,
prá falar pouco,
prá não falar nada,
prá mim calar de todo,
mas você aí insistindo, me perguntando,
me deixando doidinho das ideia
e olhe xente vou mesmo lhe contar,
e pronto vamos deixar de entrementes
e entreguemo-nos aos finalmente de uma vez
eu não sei, nem quero lá saber
quem esfuracou o sacurin adoniram
naquela noite de 9 de janeiro de 1900 e tal
no bar do portuga serafim.
só sei que o adoniram guinchando feito
um porco se acabando pelo chão,
arrebentou para sempre com a minha boa vida!
pai de santo bem avisou: tem cabeça de bode enterrada
nesse chão, precisa botar uma garrafa de cachaça
na porta e pedir prá entrar. nós pensemo e tal e
acabamos não pedindo coisa nenhuma
e todos os dias a gente se emborrachava
com a dita cuja cachaça.
até um dia sem aviso nem pré aviso da coisa
apareceu por lá uma tal de otalécia,
mulher de bom feitio, anca larga e coxa forte
que começou logo dando pinta a todo o mundo,
rico, pobre, preto ou branco, surdo, aleijado ou corcundo
inté deu pinta a cachorro que não era muito imundo!
isto falou depois o juvêncio e inté o escreveu!!
mas estava eu dizendo, a dita criatura tinha os seus argumentos bem à vista
mexe daqui sacoleja dali e foi descendo uns calor pelo pessoal todo
botando pai contra filho, irmão contra cunhado
deus e diabo tudo junto numa tremenda confusão
vich!
e sem se saber bem como explodiram os palavrão
brilharam os facão, alguém querendo matar meu ovo,
desproteger-me a retaguarda
quando de repente se ouviu um grito de morte
e pronto… foi-se o adoniram! furadinho sete vez!
e foi assim minha gente,
não ficou nem um banquinho de pé,
apareceu logo a polícia, levou todo o mundo em cana e eu junto com eles,
um cara dizendo que fui eu que matei o morto, eu protestando ,minha inocência,
de qualquer forma eu protestando
e veja lá você
não é que me prenderam, acusaram, julgaram
e me convenceram
da autoria do sucedido?
e aqui me tem você, eu mesmo, o próprio, presente ,em pessoa,
pessoalmente lhe contando minha história, a tal que eu não queria contar ou
talvez inté quisesse!
Adriana Calcanhoto
Hey, Mr. DJ,
Put a record on
I wanna dance with my baby
And when the music starts
I never wanna stop
It’s gonna drive me crazy
Music
makes the people
come together
Music
makes the bourgeoisie
and the rebel
come together
Don’t think of yesterday
And I dont’ look at the clock
I like to samba-reggae
(boogie-woogie)
It’s like riding on the wind
and it never goes away
touches everything I’m in
got to have it everyday
Do you like to samba-reagge? (boogie-woogie)
Do you like to samba-reagge? (boogie-woogie)
Do you like to samba-reagge? (boogie-woogie)
Do you like my samba-reagge? (boogie-woogie)
Music music music music
Samba samba samba
Samba samba samba
Samba samba samba
David Byrne – Waters Of March (águas De Março) Lyrics
David Byrne & Marisa Monte
A stick, a stone,it’s the end of the road
É um resto de toco, it’sa little alone
It’s a sliver of glass, it’s life,it’s the sun
It is night, it is dealth, it’s a trap it’s a gun
É peroba no campo, é um nó na madeira
Cangá, candeia, é Matita Pereira
É madeira de vento, tombo na ribanceira
É um mistério profundo, é um queria ou não queira
É um vento ventando, é o fim da ladeira
É a vida, é o vão, festa da cumeeira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira
The foot, the ground, the flesh and thebone
Passarinho na mão, pedra de atiradeira
É uma ave no céu, é uma ave no chão
É o regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
A spear, a spike, a point, a nail
A drip, a drop, the end of the tale
É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
É a luz da manhã, é o tijolo chegando
A mile, o dia, a thrust, a bump
It’s a girl, it’s a rhyme, it’s a cold,
It’s a cold, it’s the mumps
É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
A drift, ponte, flight, rã, resto, quail
The promise of spring
And the river bank talks (São as águas de março)
Of the waters of march, (Fechando o verão)
It’s the promise of life (É promessa de vida,)
It’s the joy in your heart (No meu coração)
A stick, a stone,
It’s the end of theroad
É um resto de toco, é um pouco sozinho
It’s a sliver of glass,
It’s a life,
it’s the sun,
É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
It’s the plan of the house,
It’s the body in bed,
It’s the car that got stuck,
It’s the mud,
it’s the mud
É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no meu coração
And the riverbanks talk of the waters of March,
It’s the end of all strain,
It’s the joy in your heart.
Idade do Céu
Paulinho Moska
Composição: Jorge Drexler; versao: Moska
Não somos mais
Que uma gota de luz
Uma estrela que cai
Uma fagulha tão só
Na idade do céu
Não somos o que queríamos ser
Somos um breve pulsar
Em um silêncio antigo
Com a idade do céu
Calma
Tudo está em calma
Deixe que o beijo dure
Deixe que o tempo cure
Deixe que a alma
Tenha a mesma idade
Que a idade do céu
Não somos mais
Que um punhado de mar
Uma piada de Deus
Ou um capricho do sol
No jardim do céu
Não damos pé
Entre tanto tic tac
Entre tanto Big Bang
Somos um grão de sal
No mar do céu
Calma
Tudo está em calma
Deixe que o beijo dure
Deixe que o tempo cure
Deixe que a alma
Tenha a mesma idade
Que a idade do céu
A mesma idade
Que a idade do céu
Cérebro Eletrônico
Marisa Monte
Composição: Gilberto Gil
O cérebro eletrônico faz tudo
Faz quase tudo
Quase tudo
Mas ele é mudo
O cérebro eletrônico comanda
Manda e desmanda
Ele é quem manda
Mas ele não anda
Só eu posso pensar se Deus existe, só eu
Só eu posso chorar quando estou triste, só eu
Eu cá com meus botões de carne e osso
Hum, hum
Eu falo e ouço
Hum, hum
Eu penso e posso
Eu posso decidir se vivo ou morro
Porque
Porque sou vivo, vivo pra cachorro
E sei
Que cérebro eletrônico nenhum me dá socorro
Em meu caminho inevitável para a morte
Porque sou vivo, ah, sou muito vivo
E sei
Que a morte é nosso impulso primitivo
E sei
Que cérebro eletrônico nenhum me dá socorro
Com seus botões de ferro e seus olhos de vidro
Escute esta regravação pop-rock deste clássico de Chico Buarque, repare no jogo de palavras
Abaixo, uma versão mais roqueira com Pitty, Frejat e Marcelo Nova
Por esse pão
pra comer
Por esse chão
pra dormir
A certidão pra nascer
E a concessão
pra sorrir
Por me deixar respirar
Por me deixar existir
Pelo prazer
de chorar
E pelo “estamos aí”
Pela piada no bar
E o futebol
pra aplaudir
Um crime
pra comentar
E um samba
pra distrair
Deus lhe pague
Por essa praia
Essa saia
Pelas mulheres daqui
O amor mal feito
Depressa
Fazer a barba e partir
Pelo domingo
que é lindo
Novela, missa
jornal e gibi
Pela cachaça
desgraça
Que a gente tem
que engolir
Pela fumaça
desgraça
que a gente
tem que tossir
Pelos andaimes,
pingentes
Que a gente
tem que cair
Deus lhe pague
Por mais um
dia, agonia Pra suportar
e assistir
Pelo rangido
dos dentes
Pela a cidade a zunir
E pelo grito
demente
Que nos ajuda a fugir
Pela mulher
carpideira
Pra nos louvar
e cuspir
E pelas
(vermes)moscas-bicheiras
A nos beijar e cobrir
E pela paz derradeira
que enfim
vai nos redimir
Deus lhe pague
Veja uma versão surreal e onomatopédica desta obra prima de Caetano Veloso, e veja um vídeo da versão original abaixo.
Onde queres revólver sou coqueiro, onde queres dinheiro sou paixão
Onde queres descanso sou desejo, e onde sou só desejo queres não
E onde não queres nada, nada falta, e onde voas bem alta eu sou o chão
E onde pisas no chão minha alma salta, e ganha liberdade na amplidão
Onde queres família sou maluco, e onde queres romântico,burguês
Onde queres Leblon sou Pernambuco, e onde queres eunuco,garanhão
E onde queres o sim e o não, talvez, onde vês eu não vislumbro razão
Onde queres o lobo eu sou o irmão, e onde queres cowboy eu sou chinês
Ah, bruta flor do querer, ah, bruta flor, bruta flor
Onde queres o ato eu sou o espírito
e onde queres ternura eu sou tesão
Onde queres o livre decassílabo
e onde buscas o anjo eu sou mulher
Onde queres prazer sou o que dói
e onde queres tortura,mansidão
Onde queres o lar, revolução
e onde queres bandido eu sou o herói
Eu queria querer-te e amar o amor
construírmos dulcíssima prisão
E encontrar a mais justa adequação
tudo métrica e rima e nunca dor
Mas a vida é real e de viés
e vê só que cilada o amor me armou
E te quero e não queres como sou
não te quero e não queres como és
Onde queres comício, flipper vídeo
e onde queres romance, rock’nroll
Onde queres a lua eu sou o sol
onde a pura natura, o inceticídeo
E onde queres mistério eu sou a luz
Onde queres um canto, o mundo inteiro
Onde queres quaresma, fevereiro
e onde queres coqueiro eu sou obus
O quereres e o estares sempre a fim
do que em mim é de mim tão desigual
Faz-me querer-te bem, querer-te mal
bem a ti, mal ao quereres assim
Infinitivamente pessoal
e eu querendo querer-te sem ter fim
E querendo te aprender o total do querer
que há e do que não há em mim

“já existe em mim
eu estou aqui, num dos muitos dias felizes da minha vida,com os olhos bem úmidos e o corpo num estado de arrepio,
é emoção…
ai…
hoje segurei o meu primeiro cd da Maria João com o Mário Laginha,o Cor, o primeiro que absorvi da internet.Ainda nem tive a curiosidade de por o cd pra tocar, ele já existe em mim, ele toca em mim, ele também é carina. Nossa! que dia feliz! Agradecida à mocinha que trouxe ele de Portugal!”
e parafraseando Carina… Agradecido a mocinha que trouxe eles do Rio de Janeiro…Confira!
Nhlonge Yamina (COR)
Forró da Rosinha (CHORINHO FELIZ)
Flor (CHORINHO FELIZ)

Texto tirado da revista BIZZ
Ecletismo de seu álbum de estréia, que transita entre o samba, o jazz e a música pop internacional, fisgou a crítica especializada.
Céu foi revelada em discos de outros artistas — participou de gravações de Instituto e Nereu Gargalo, entre muitas. Finalmente, a jovem de 25 anos tem um trabalho próprio para defender. E ele está repleto de canções de sua autoria. Preste atenção em sua interpretação de Concrete Jungle. Céu transforma o reggae de Bob Marley em uma bossa nova modernizada. A levada morosa combina com seu canto tipicamente cool. Os maneirismos e a afetação ela deixa para a concorrência.
O que já se disse:
“Céu, o disco, que foi lançado na França antes do Brasil, usa a voz calorosa, cirúrgica e levemente rouca da cantora para costurar um repertório quase todo autoral, que vai do jazz Véu da Noite até João Bosco (O Ronco da Cuíca), passando por uma delicada versão de Concrete Jungle, de Bob Marley. Tudo amarrado por um tom que une filigranas eletrônicas, percussão humana e muita melodia.” (Ricardo Alexandre na revista BIZZ)
Confira um video com pedaços da apresentação de Céu no programa ensaio da Cultura
Outras falas…
“CéU amplia o horizonte da nova e moderna MPB.”
Folha de São Paulo – 17/11/05
“CéU é a revelação da música brasileira de 2005.”
Jornal do Brasil – 10/01/06
“CéU foi um dos destaques de 2005. O ecletismo de seu álbum de estréia, que transita entre o samba, o jazz e a música pop internacional, fisgou a critica especializada.”
Revista Bravo! – Janeiro/06
“CéU se afirma como revelação trazendo originalidade ao terreno populoso das jovens cantoras brasileiras.”
O Globo – 09/01/06
“CéU é o futuro da MPB – Caetano Veloso”
Jornal do Brasil – 12/01/06
“CéU, cantora paulista, apontada como “promessa brasileira” na França, lança CD de estréia, cheia de ginga e elegância.”
Estado de São Paulo – 17/01/05
“CéU, uma nova estrela no firmamento.”
Estado de São Paulo – 11/07/05
“A cantora CéU, promessa de revelação da MPB.”
Folha de São Paulo – 8/02/06
“CéU, a nova voz do Brasil.”
Libération – 16/08/05 – França
“Leve como uma flor, a linda brasileira CéU realiza com seu primeiro CD uma impressionante rota sonora entre São Paulo, New York e Paris.”
Le Monde de la Musique – Novembro/05 – França
“CéU suinga tranquilamente com o romantismo e a poesia necessária. CéU é uma futura estrela.”
Figaroscope – 28/09/05 – França
“Com apenas 24 anos, CéU faz uma maravilhosa entrada no mundo musical. Com seu primeiro disco ela se põe no caminho da glória. O futuro da música sul-americana está assegurado.”
Pariscope – 12/10/05 – França
“CéU é uma das melhores promessas do Brasil. Ela consegue misturar a bossa nova clássica com o novo som de Hip-Hop. Imperdível!”
Le Point – 13/10/2005 – França
“Nova revelação da música e um dos best-sellers do verão, o nome CéU se propaga como o vento por toda a França.”
France Soir – 27/08/05 – França
“CéU, uma nova voz encantadora misturando samba, soul e eletrônico.”
Telerama – 10/08/05 – França
“CéU delimita suas referências musicais (soul, afrobeat, electro-jazz) com classe e uma voz de uma textura incrível.”
Vibrations – Setembro/05 – França
“CéU, com seus 24 anos de idade, ultrapassa todas as Bebel Gilberto do Brasil.”
La Presse – 18/02/06 – Canada
“CéU propõe um electro-jazz híbrido incorporando elementos de soul, afrobeat e samba. Uma excelente nova artista para estourar rapidamente.”
Journal de Montreal – Março/06 – Canada
“A cidade de Montreal se apaixonou por uma nova cantora de nome CéU. O seu primeiro CD é um miraculoso sucesso encantador.”
L’actualité – 24/03/06 – Canada
“Um disco que mistura estilos musicais para fazer uma bem sucedida fusão que conquista seu lugar na atual paisagem da música brasileira.”
Revue Archambault – Fevereiro/06 – Canada
“Uma primeira produção de grande refinamento. Um disco excepcional.”
Chronicas Radio Canada – 17/02/06 – Canada


