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Se você é daqueles que pensa que música instrumental só serve para música de fundo… quem sabe não mude seu conceito com Eldar, pianista de 20 anos!!! Isto mesmo. Um jazz bem contemporâneo e com pitadas eletrônicas bem discretas. Todas estas músicas são do seu último e elogiadíssimo trabalho re-imagination
I Remember When
Prairie Village
Dream Song Mais calminha…
Segue em vídeo a “I remember when” ele começa a tocar com 1:11… tenha paciência rs
Veja aqui uma ponte com esta música, com Beatles e Dave Matthews Band
Anything – Kate Earl
O que tiver que ser, será
Você não pode escapar do seu destino
Então beije a garota e deixe ela saber
Que você faria qualquer coisa
Você faria
Qualquer coisa 2x
O que tiver que ser será
Acontecerá com o tempo, você verá
Então beije o garoto e deixe ele livre
Porque ele faria qualquer coisa
Ele faria
qualquer coisa 2x
Quando você nunca aproveita a chance
Então não ha nada que vale morrer
Ou mesmo viver para
Mas todo mundo sabe
O dizer…
tudo o que vc precisa é amor
tudo o que vc precisa é amor
Mas vc tem que estar disposto
a dar qualquer coisa
qualquer coisa
Tudo isto acontece de repente
Não era nada antes de vc ir
De ser sozinho e vazio
a pertencer e estar com você
Eu possuo o prazer sincero
sabendo o que significa ser amada
Eu faria qualquer coisa
Eu faria qualquer coisa
qualquer coisa
qualquer coisa

RONALDO EVANGELISTA
….Com raízes nas tradições, mas visão moderna, desprovida de anacronismos, tivemos, só nos últimos dois anos, Céu, Roberta Sá e até, um pouco antes, Vanessa da Mata. Agora, prepare-se para Mariana Aydar.
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Aos 26 anos, dona de voz forte e interpretação madura, Aydar acaba de lançar seu álbum de estréia, “Kavita 1″, recheado de arranjos inteligentes, repertório esperto e produção exata. Com cancha de palco de sobra e muitos amigos nos lugares certos, ela tem currículo de impressionar. Filha do músico Mário Manga (das bandas Premê e Música Ligeira) e da famosa produtora Bia Aydar, a cantora paulista já esteve no mesmo palco de gente como Seu Jorge, Elba Ramalho, João Donato, Daniela Mercury e conquistou pequeno culto à frente da banda de forró jovem Caruá.
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Há alguns anos, largou tudo para ficar um pouco sozinha e se encontrar. “Eu já tinha sido procurada por uma grande gravadora, mas não queria fazer uma coisa que não viesse de mim e não sabia ainda o que queria fazer”, conta. “Eu resolvi morar fora, fui passar um tempo em Paris, conheci música do mundo todo e vi que o que eu gostava era de cantar música brasileira, forró, samba. Aí aquilo começou a me empurrar de volta. Pra assumir uma identidade, você tem que amadurecer. Seu som nada mais é do que o que você é na vida.”
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A produção do disco, por conta do descolado BiD e do multiinstrumentista Duani (do conjunto Forroçacana), encontrou Aydar no lugar certo, e o resultado foi a ausência de exageros. Partindo de João Nogueira e Leci Brandão e chegando a João Donato (que participa com piano elétrico, órgão e solo de trombone), Elis Regina e Rodrigo Amarante (Los Hermanos), o disco é exemplar em sua unidade dentro de seleção tão variada.
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“Eu sempre gostei de trabalho de pesquisa, de procurar coisas”, ela explica. “Repertório é uma coisa que sempre me pegou muito, e me juntei ao BiD, pra quem isso também é um ponto importante. Só que eu queria mesclar compositores novos com antigos e botar tudo na mesma panela, ver que é tudo música brasileira.”
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A atual geração da música brasileira é, aliás, preocupação especial para a cantora. Citando elogiosamente muitos nomes (Mombojó, Giana Viscardi, Max de Castro, Céu, Los Hermanos), ela avalia com sabedoria: “É difícil dizer porque ainda tem muita coisa a acontecer, mas me sinto realmente parte de uma geração que está vindo para ficar. Acho que é uma coisa de época, que está acontecendo agora. Vejo muita gente da nossa idade que está vivenciando a música brasileira de novo, mas reinventando tudo à nossa maneira. Não dá pra não ver essa movimentação..”
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Movimentação que inclui ela própria, e que parece se fortalecer cada vez mais. Com lançamentos como esse “Kavita 1″ e cantoras carismáticas como Mariana, a música brasileira encontra fôlego para continuar inovando e mantendo sua qualidade. Prepare-se para lembrar desse momento daqui a 30 anos.
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Confira…
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Maior é Deusde Eduardo Gudin e Paulo César Pinheiro
Eh, maior é Deus
Pequeno sou eu
O que eu tenho foi Deus quem me deu
O que eu dou é o que eu tenho
Foi Deus quem me deu
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Zé do Caroço…de Leci Brandão
E na hora que a televisão brasileira
Distrái toda gente com a sua novela
É que o Zé põe a boca no mundo
Ele faz um discurso profundo
Ele quer ver o bem da favela
Deixa o Verão de Rodrigo Amarante (Los Hermanos)
Enquanto eu fujo você inventou
qualquer desculpa pra gente ficar
E assim a gente nao sai
que esse sofá ta bom demais!
Deixa o verão pra mais tarde…
Nando Reis – Ect
Tava com um cara que carimba postais
Que por descuido abriu uma carta que voltou
Levou um susto que lhe abriu a boca
Esse recado veio pra mim, não pro senhor.
Recebo crack, colante, dinheiro parco embrulhado
Em papel carbono e barbante, até cabelo cortado
Retrato de 3 x 4 pra batizado distante
Mas isso aqui meu senhor, é uma carta de amor
4x
Levo o mundo e não vou lá
Mas esse cara tem a língua solta
A minha carta ele musicou
Tava em casa, a vitamina pronta
Ouvi no rádio a minha carta de amor
Dizendo “eu caso contente, papel passado, presente
Desembrulhado, vestido, eu volto logo me espera
Não brigue nunca comigo, eu quero ver nossos filhos
O professor me ensinou, fazer uma carta de amor”
4x
Leve o mundo que eu vou já

Já ouviu falar em eletrotango? Provavelmente sim. Esse ritmo já estourou, primeiro com o Gotan Project com o CD “La Revancha del Tango”, que lançaram seu primeiro álbum em 2001, e ai tudo desandou, passou então a existir um novo estilo de música, o “eletrotango”.
Junto com o Gotan Project surgiu um projeto conhecido como Bajofondo Tango Club, que músicos, da Argentina, Uruguai, França e Estados Unidos produziram uma série de músicas e releituras de tangos e milongas clássicas de Carlos Gardel, Astor Piazzolla, Anibal Troilo e muitos outros. O resultado um som único e maravilhoso. Esse projeto deu tão certo que rendeu um Grammy Latino.
O disco leva esse nome graças a Luciano Supervielle, que criou quase todos os novos arranjos dessa nova reunião do grupo. A fórmula é praticamente a mesma, tornar tangos em tangos eletrônicos, mas com muitas batidas discretas violinos, acordeons, e vozes dos pais do tango.
Fonte : Eupodo
Veja alguns vídeos
Luciano Supervielle – Pulso (1000 mares) Não deixe de ver este clip, muito bem feito
Perfume Bajofondo Cineytv
Subte Buenos Aires Argentina – Bajofondo Tango Club by JML

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Bobby é um dos vocalistas mais originais da música contemporânea. Adepto do jazz, do pop e da música clássica, ele trabalha como ninguém com variações vocais
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Veja alguns trabalhos dele
Opportunity
Thinkin’ About Your Body
Tico Tico no Fubá
Hush little baby (uma canção de ninar deliciosa)
Ave Maria de Bach(com o público)
Sete facadas
oxente vou-lhe contar e pronto
bem que eu não queria,
ou talvez inté quisesse,
uma coisinha me soprando nos ouvidos
prá eu não falar muito,
prá falar pouco,
prá não falar nada,
prá mim calar de todo,
mas você aí insistindo, me perguntando,
me deixando doidinho das ideia
e olhe xente vou mesmo lhe contar,
e pronto vamos deixar de entrementes
e entreguemo-nos aos finalmente de uma vez
eu não sei, nem quero lá saber
quem esfuracou o sacurin adoniram
naquela noite de 9 de janeiro de 1900 e tal
no bar do portuga serafim.
só sei que o adoniram guinchando feito
um porco se acabando pelo chão,
arrebentou para sempre com a minha boa vida!
pai de santo bem avisou: tem cabeça de bode enterrada
nesse chão, precisa botar uma garrafa de cachaça
na porta e pedir prá entrar. nós pensemo e tal e
acabamos não pedindo coisa nenhuma
e todos os dias a gente se emborrachava
com a dita cuja cachaça.
até um dia sem aviso nem pré aviso da coisa
apareceu por lá uma tal de otalécia,
mulher de bom feitio, anca larga e coxa forte
que começou logo dando pinta a todo o mundo,
rico, pobre, preto ou branco, surdo, aleijado ou corcundo
inté deu pinta a cachorro que não era muito imundo!
isto falou depois o juvêncio e inté o escreveu!!
mas estava eu dizendo, a dita criatura tinha os seus argumentos bem à vista
mexe daqui sacoleja dali e foi descendo uns calor pelo pessoal todo
botando pai contra filho, irmão contra cunhado
deus e diabo tudo junto numa tremenda confusão
vich!
e sem se saber bem como explodiram os palavrão
brilharam os facão, alguém querendo matar meu ovo,
desproteger-me a retaguarda
quando de repente se ouviu um grito de morte
e pronto… foi-se o adoniram! furadinho sete vez!
e foi assim minha gente,
não ficou nem um banquinho de pé,
apareceu logo a polícia, levou todo o mundo em cana e eu junto com eles,
um cara dizendo que fui eu que matei o morto, eu protestando ,minha inocência,
de qualquer forma eu protestando
e veja lá você
não é que me prenderam, acusaram, julgaram
e me convenceram
da autoria do sucedido?
e aqui me tem você, eu mesmo, o próprio, presente ,em pessoa,
pessoalmente lhe contando minha história, a tal que eu não queria contar ou
talvez inté quisesse!
Dizem que a inspiração desta música nasceu quando Janis foi comprar seu carro, numa agência da Mercedz e ela foi discriminada pelo comprador, pelo seu modo de vestir.
Abaixo uma versão no mínimo engraçada, por Mouss e Hakim, seja lá quem for estes caras
Senhor, por que você não
Me compra uma Mercedes Benz?
Meus amigos todos dirigem porsches
Eu preciso compensar
Trabalhei duro a vida toda
Sem ajuda dos meus amigos
Então Senhor, por que você não
Me compra uma Mercedes Benz?
Senhor, por que você não
Me compra uma TV a cores?
Pedindo dinheiro
Está tentando me encontrar
Eu espero pela entrega
Cada dia até as tres
Então Senhor, por que você não
Me compra uma TV a cores?
Senhor, por que você não me compra
Uma noite na cidade?
Eu estou contando com você Senhor
Por favor não me deixe na mão
Prove que você me ama
E pague a próxima rodada
Então Senhor,
Por que você não me compra
Uma noite na cidade?
Veja uma versão surreal e onomatopédica desta obra prima de Caetano Veloso, e veja um vídeo da versão original abaixo.
Onde queres revólver sou coqueiro, onde queres dinheiro sou paixão
Onde queres descanso sou desejo, e onde sou só desejo queres não
E onde não queres nada, nada falta, e onde voas bem alta eu sou o chão
E onde pisas no chão minha alma salta, e ganha liberdade na amplidão
Onde queres família sou maluco, e onde queres romântico,burguês
Onde queres Leblon sou Pernambuco, e onde queres eunuco,garanhão
E onde queres o sim e o não, talvez, onde vês eu não vislumbro razão
Onde queres o lobo eu sou o irmão, e onde queres cowboy eu sou chinês
Ah, bruta flor do querer, ah, bruta flor, bruta flor
Onde queres o ato eu sou o espírito
e onde queres ternura eu sou tesão
Onde queres o livre decassílabo
e onde buscas o anjo eu sou mulher
Onde queres prazer sou o que dói
e onde queres tortura,mansidão
Onde queres o lar, revolução
e onde queres bandido eu sou o herói
Eu queria querer-te e amar o amor
construírmos dulcíssima prisão
E encontrar a mais justa adequação
tudo métrica e rima e nunca dor
Mas a vida é real e de viés
e vê só que cilada o amor me armou
E te quero e não queres como sou
não te quero e não queres como és
Onde queres comício, flipper vídeo
e onde queres romance, rock’nroll
Onde queres a lua eu sou o sol
onde a pura natura, o inceticídeo
E onde queres mistério eu sou a luz
Onde queres um canto, o mundo inteiro
Onde queres quaresma, fevereiro
e onde queres coqueiro eu sou obus
O quereres e o estares sempre a fim
do que em mim é de mim tão desigual
Faz-me querer-te bem, querer-te mal
bem a ti, mal ao quereres assim
Infinitivamente pessoal
e eu querendo querer-te sem ter fim
E querendo te aprender o total do querer
que há e do que não há em mim
nossos vizinhos hispanos, como também abriu nossos ouvidos. Num dia, ele mostrava suas canções para uma platéia de cem amigos num teatrinho carioca. No outro, recebia um Oscar fazendo protesto doce — mas bem político — via satélite. Pop ele sabe ser, como atesta El Otro Engranaje. Criar atmosferas, também é com o uruguaio. O que já se disse:
“Resistindo à correria de nosso tempo, Drexler valoriza o silêncio nas canções.” (Luciano Marsiglia na revista Bizz, novembro/06)
Confira 3 músicas lindas e uma entrevista logo abaixo
Al otro Lado del Rio (uma versão remix, trilha sonora do “Diários de Motocicleta”)
Milonga del moro judío (Não dei permissão para matar em meu nome)
Mi guitarra y Vos (Que viva a ciência e a poesia!!!)
Jorge Drexler
27.07.2006
Ganhador do Oscar de melhor canção por Al Otro Lado del Río, do filme Diários de Motocicleta, o cantor, compositor e violonista uruguaio exibe as baladas deliciosamente pop do disco Eco, a exemplo de Milonga Del Moro Judío e Deseo. Seu tema mais famoso, claro, não vai ficar de fora
Por Ricardo Moreno
Veja São Paulo — Você formou-se em medicina e chegou a exercer a profissão. Como ocorreu a transição para a música?
Jorge Drexler — Eu costumava tocar em bares e teatros de Montevidéu, no Uruguai. Meus dois primeiros discos, inclusive, foram bancados com o dinheiro que eu ganhava como médico. Certo dia, o cantor espanhol Joaquín Sabina me viu no palco e disse: “você não é médico, você é músico.” E me convidou para excursionar pela Europa. Não parei mais.
Veja São Paulo — Quantas vezes vocês já se apresentou em São Paulo?
Jorge Drexler — Esta é quarta vez. Antes, havia tocado no Sesc Vila Mariana, no aniversário do Washington Olivetto e junto com o Paulinho Moska numa universidade.
Veja São Paulo — Você é muito amigo do Moska. Qual a importância que ele teve na sua carreira?
Jorge Drexler — Foi o Moska quem consolidou a minha relação com o Brasil e com a música brasileira. Anos atrás, recebi um e-mail dele dizendo que tinha ouvido meu disco e queria gravar alguns temas. Me convidou para ir ao Rio de Janeiro. Lá, conheci figuras maravilhosas como Fernanda Abreu, Lenine, Celso Fonseca, Adriana Calcanhotto, Beto Villares e o percussionista Marcos Suzano, que participa do meu último trabalho, Eco.
Veja São Paulo — Apesar de vocês morar na Espanha há dez anos, continua gravando seus discos no Uruguai. Por quê?
Jorge Drexler — Tem muito a ver com o meu crescimento e minha identidade musical, e com a conexão que tenho com Montevidéu, afinal passei grande parte da minha vida lá. Além disso, é muito mais barato (risos).
Veja São Paulo — Sua vida mudou muito depois que ganhou o Oscar?
Jorge Drexler — Mudou, sobretudo no trabalho. Vendo mais discos, faço mais shows (média de quinze por mês) e, consequentemente, o reconhecimento artístico é maior. O lado ruim é que tenho ficado pouco em casa e não encontro mais tempo para escrever novas canções.
Veja São Paulo — No show do Tom Brasil você será acompanhado apenas de um guitarrista e programador. Trata-se de economia ou conceito artístico?
Jorge Drexler — Os dois. Eu poderia ter levado uma banda grande, mas meu projeto atual é centrar os espetáculos apenas na guitarra e na voz. Além disso, gosto de fazer a relação da voz com vós, pronome pessoal muito usado na língua espanhola. Soa algo como “a guitarra e vocês”.
Veja São Paulo — É verdade que na sua juventude você participava de concursos de contos e poesias?
Jorge Drexler — Escrevi um único conto na vida, chamado O Ataque, e venci um concurso cujo jurado era Eduardo Galeano (escritor uruguaio, autor do fundamental estudo As Veias Abertas da América Latina). Tratava-se de uma história com forte influência kafkaniana, na qual o protagonista perdia a influência da gravidade e começa a flutuar.

“já existe em mim
eu estou aqui, num dos muitos dias felizes da minha vida,com os olhos bem úmidos e o corpo num estado de arrepio,
é emoção…
ai…
hoje segurei o meu primeiro cd da Maria João com o Mário Laginha,o Cor, o primeiro que absorvi da internet.Ainda nem tive a curiosidade de por o cd pra tocar, ele já existe em mim, ele toca em mim, ele também é carina. Nossa! que dia feliz! Agradecida à mocinha que trouxe ele de Portugal!”
e parafraseando Carina… Agradecido a mocinha que trouxe eles do Rio de Janeiro…Confira!
Nhlonge Yamina (COR)
Forró da Rosinha (CHORINHO FELIZ)
Flor (CHORINHO FELIZ)

Texto tirado da revista BIZZ
Ecletismo de seu álbum de estréia, que transita entre o samba, o jazz e a música pop internacional, fisgou a crítica especializada.
Céu foi revelada em discos de outros artistas — participou de gravações de Instituto e Nereu Gargalo, entre muitas. Finalmente, a jovem de 25 anos tem um trabalho próprio para defender. E ele está repleto de canções de sua autoria. Preste atenção em sua interpretação de Concrete Jungle. Céu transforma o reggae de Bob Marley em uma bossa nova modernizada. A levada morosa combina com seu canto tipicamente cool. Os maneirismos e a afetação ela deixa para a concorrência.
O que já se disse:
“Céu, o disco, que foi lançado na França antes do Brasil, usa a voz calorosa, cirúrgica e levemente rouca da cantora para costurar um repertório quase todo autoral, que vai do jazz Véu da Noite até João Bosco (O Ronco da Cuíca), passando por uma delicada versão de Concrete Jungle, de Bob Marley. Tudo amarrado por um tom que une filigranas eletrônicas, percussão humana e muita melodia.” (Ricardo Alexandre na revista BIZZ)
Confira um video com pedaços da apresentação de Céu no programa ensaio da Cultura
Outras falas…
“CéU amplia o horizonte da nova e moderna MPB.”
Folha de São Paulo – 17/11/05
“CéU é a revelação da música brasileira de 2005.”
Jornal do Brasil – 10/01/06
“CéU foi um dos destaques de 2005. O ecletismo de seu álbum de estréia, que transita entre o samba, o jazz e a música pop internacional, fisgou a critica especializada.”
Revista Bravo! – Janeiro/06
“CéU se afirma como revelação trazendo originalidade ao terreno populoso das jovens cantoras brasileiras.”
O Globo – 09/01/06
“CéU é o futuro da MPB – Caetano Veloso”
Jornal do Brasil – 12/01/06
“CéU, cantora paulista, apontada como “promessa brasileira” na França, lança CD de estréia, cheia de ginga e elegância.”
Estado de São Paulo – 17/01/05
“CéU, uma nova estrela no firmamento.”
Estado de São Paulo – 11/07/05
“A cantora CéU, promessa de revelação da MPB.”
Folha de São Paulo – 8/02/06
“CéU, a nova voz do Brasil.”
Libération – 16/08/05 – França
“Leve como uma flor, a linda brasileira CéU realiza com seu primeiro CD uma impressionante rota sonora entre São Paulo, New York e Paris.”
Le Monde de la Musique – Novembro/05 – França
“CéU suinga tranquilamente com o romantismo e a poesia necessária. CéU é uma futura estrela.”
Figaroscope – 28/09/05 – França
“Com apenas 24 anos, CéU faz uma maravilhosa entrada no mundo musical. Com seu primeiro disco ela se põe no caminho da glória. O futuro da música sul-americana está assegurado.”
Pariscope – 12/10/05 – França
“CéU é uma das melhores promessas do Brasil. Ela consegue misturar a bossa nova clássica com o novo som de Hip-Hop. Imperdível!”
Le Point – 13/10/2005 – França
“Nova revelação da música e um dos best-sellers do verão, o nome CéU se propaga como o vento por toda a França.”
France Soir – 27/08/05 – França
“CéU, uma nova voz encantadora misturando samba, soul e eletrônico.”
Telerama – 10/08/05 – França
“CéU delimita suas referências musicais (soul, afrobeat, electro-jazz) com classe e uma voz de uma textura incrível.”
Vibrations – Setembro/05 – França
“CéU, com seus 24 anos de idade, ultrapassa todas as Bebel Gilberto do Brasil.”
La Presse – 18/02/06 – Canada
“CéU propõe um electro-jazz híbrido incorporando elementos de soul, afrobeat e samba. Uma excelente nova artista para estourar rapidamente.”
Journal de Montreal – Março/06 – Canada
“A cidade de Montreal se apaixonou por uma nova cantora de nome CéU. O seu primeiro CD é um miraculoso sucesso encantador.”
L’actualité – 24/03/06 – Canada
“Um disco que mistura estilos musicais para fazer uma bem sucedida fusão que conquista seu lugar na atual paisagem da música brasileira.”
Revue Archambault – Fevereiro/06 – Canada
“Uma primeira produção de grande refinamento. Um disco excepcional.”
Chronicas Radio Canada – 17/02/06 – Canada


